Eles estão chegando?

E55016B61647DECC9243919EB9E421Sim, não só os discos voadores estão chegando como sempre estiveram entre nós. A diferença de agora para as épocas mais remotas é que atualmente o ser humano tem condições intelectuais de entender o que realmente eles são. No ano de 1600 da nossa era, Giordano Bruno foi queimado pela Santa Inquisição por acreditar que a Terra não era o centro do universo. Hoje, segundo estimativa dos astrônomos, sabemos que só na Via Láctea há por volta de duzentos milhões de estrelas iguais ou maiores que o Sol e que ela é uma das milhares de galáxias existentes no universo. Textos sumérios já falavam de um planeta chamado Marduk que orbita o Sol em uma trajetória elíptica muito maior do que a dos outros planetas, demorando 450 mil anos para dar uma volta em torno do Sol. Supõe-se que de lá tenham vindo os nefilins que povoaram a Terra.

O paradigma de que o homem não pode voar foi quebrado no começo deste século por Santos Dumont. Até então, seres vindos do céu eram considerados deuses, semideuses, anjos ou alucinações. No Antigo Testamento, Deus, quando falava a Maomé, era descrito como “o esplendor de Yaveh”, que descia no cume da montanha com sua nuvem de fogo e luz fazendo com que todos enterrassem seus rostos no chão, pois quem olhasse para Ele ficava cego. E Maomé sumiu na nuvem por vários dias. Referências a seres vindos do céu estão em todas as mitologias, lendas e também, de forma implícita, nas religiões.

O egocentrismo do homem atrapalha terrivelmente a sua busca do real conhecimento. Vários cientistas já há muitos anos procuram a origem do universo com radiotelescópios e satélites, formulando teorias como as do Big Bang, Big Crunch, universo inflacionário etc. Mas somente este ano eles admitiram que pode haver planetas orbitando em volta das outras 4,0 x 1016 estrelas do universo, assim como no nosso Sistema Solar. O homem conseguiu tirar a Terra do centro do universo. Porém, ele continua lá. Devemos nos preparar para aceitar a possibilidade de existir “algo mais entre o céu e a Terra, do que possa supor a nossa vã filosofia”, parafraseando o dito de centenas de anos atrás.

Vamos analisar uma situação hipotética em que exista uma tribo indígena isolada na Amazônia, que nunca fez contato com o homem branco. Essa comunidade, em vias de exaurir seus recursos naturais, resolve se aventurar afora de seus domínios em busca de riquezas diversas a fim de garantir sua sobrevivência. Por ser de sua própria natureza, os índios iriam rumo ao desconhecido armados de arcos e flechas para conquistar novas terras. Ao encontrarem uma vila de colonos, o Governo brasileiro, através da Fundação Nacional do Índio (Funai), mandaria pessoas preparadas para fazer contato com esses índios para explicar que já existe uma ordem estabelecida, que as terras já têm dono e que eles não podem proceder daquela maneira.

Durante toda a história da Humanidade, a exploração de terras desconhecidas foi financiada por governos ou companhias, para conquistá-las e extrair seus recursos, não importando quem fosse o dono. E todas com o uso da força. O acréscimo de tecnologia ao longo do tempo é representado por uma curva exponencial. Saltos tecnológicos, que antes demoravam centenas de anos para serem dados, foram reduzindo seus intervalos, com tendência a continuar diminuindo. Em alguns casos, o tempo não existe mais.

Passamos milhares de anos sem nos comunicar à distância. Em 1500 d.C., usávamos a caravela, depois o vapor, avião, e agora o fax, que é imediato. Saltos maiores com intervalos de tempo cada vez menores. Por volta do ano 1900 d.C., o homem voou a bordo do 14 Bis. Sessenta e nove anos depois, ele estava pisando na Lua. O tempo está deixando de existir, e nós ainda estamos empunhando arcos e flechas ao vivo para todo o mundo. Complementando ainda, em agosto de 1996, a NASA comunicou ao mundo a descoberta de enzimas provenientes de Marte.

Toda essa exploração espacial é financiada por vultuosas somas, por instituições que, zelosas por seu dinheiro, logicamente esperam auferir lucros. Foguetes, satélites espiões, mísseis, artefatos atômicos são os equipamentos espiatórios de hoje. Os meios de comunicação, por sua vez, nosso maior aliado, mostram imagens de objetos voadores não identificados em vários locais do mundo.

Em Belém do Pará, há alguns meses atrás, um cinegrafista amador filmou por doze minutos uma nave. Máquinas semelhantes apareceram estrategicamente em várias outras regiões, como se quisessem provar de uma vez por todas a sua existência. Pessoas contatadas reúnem-se em congressos mundiais, onde contam suas experiências. Na maior parte das vezes, esses contatados iniciam uma autêntica cruzada dando palestras para tentar resgatar os valores fundamentais do ser humano.

Portanto, avistamentos fortuitos de naves estimulando a nossa investigação, contatos isolados com uma ou outra pessoa mostrando uma nova e melhor realidade só podem fazer parte de um autêntico programa de aproximação. Qualquer coincidência será mera semelhança ao fato de que os índios atacam com suas flechas a colônia do homem branco, e o Governo, apesar de ter condições de dizimá-los literalmente com uma simples bomba, inicia uma operação com pessoas treinadas para dar cultura a eles, respeitando seus valores, para que assim possam fazer parte da confederação onde já existe uma ordem estabelecida. É provável que funcione desta forma a relação entre nós e o espaço onde habitam seres distintos.

Fonte: http://www.ufo.com.br/edicoes/ufo/ver/52/3

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