Ufologia espiritualista, um novo conceito.

dnot_9748O contato com seres das estrelas não é novo e permeia a história de todos os povos que conhecemos. O que é novo para nós é o fato de que este contato não se dá apenas de forma física, mas também energética ou espiritual. Nossos antepassados aceitavam a influência e os conselhos dos deuses como algo normal, mas nossa civilização, materialista ao extremo, tem muita dificuldade para lidar com esse fato. Por quê?

O universalismo que impõe o estudo da Ufologia coloca-nos, necessariamente, acima de dogmas religiosos. Contudo, convida-nos ao estudo dos mesmos para a ratificação do que sabemos: que este universo é povoado por muitas raças, em muitos planetas. Este artigo não versa sobre religião, mas sim sobre um campo em expansão no fenômeno do estudo ufológico, o espiritualista. Isso se deve à presença ostensiva de extraterrestres em centros espíritas do Brasil e de outros países, como Portugal, por exemplo. Assim, cresce o interesse pela Ufologia e, em progressão geométrica, a necessidade de conhecimento e troca de informações sobre nossos visitantes, que aparentemente já não buscam mais permanecerem ocultos da grande massa humana. Sua manifestação ostensiva em centros espíritas, aliada à mudança na rotina de bloqueios mentais dos abduzidos, naturalmente ampliam a formação do inconsciente coletivo, propiciando o ambiente adequado para um contato em massa que não provoque catástrofes civis.

Tudo parece estar dentro de uma planificação para este momento tão aguardado por todos nós que estudamos e convivemos com a realidade ufológica. Como sabiamente disse Albert Einstein, “a ciência sem religião é manca, e a religião sem ciência é cega”. Esta é a nossa proposta de estudo aqui, pois que ampliar nossos horizontes se faz mister para podermos compreender os seres extraplanetários que nos visitam há mais tempo do que a atual raça humana povoa este planeta.

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Abduções bíblicas

Comecemos analisando fatos relatados na Bíblia, na qual temos algumas passagens que sugerem abduções alienígenas. Em Gênesis (capítulo 24), por exemplo, é mencionado o homem justo — Enoque, filho de Jared e que gerou Matusalém — que viveu antes do dilúvio e fora trasladado misteriosamente por Deus. Cópias dos livros de Enoque, que são textos apócrifos, foram encontrados em Qumram, um sítio arqueológico na Cisjordânia, próximo ao Mar Morto, onde também foram encontrados os famosos Manuscritos do Mar Morto. O primeiro livro de Enoque, mais conhecido por sua versão etíope, descreve que este judeu, em uma noite em que se sentia estranhamente triste, estava tentando conciliar o sono quando viu dois homens enormes com cabeças que brilhavam como sóis, olhos que eram como chamas e que o avisaram que, por ordem de Deus, ele subiria aos céus com eles, devendo preparar a família para cuidar de tudo durante sua ausência. Feito conforme lhe fora ordenado, Enoque foi levado aos céus pelos tais anjos gigantes.

No segundo Livro dos Reis (capítulo 2), o profeta Elias sabe que será levado por Deus e previne seu seguidor, Eliseu, de que não poderá acompanhá-lo. E perante outros de seus seguidores e do próprio Eliseu, que assumiria seu lugar, é levado aos céus em corpo físico, em um carro de fogo puxado por cavalos de fogo, dentro de um redemoinho — procuraram por seu corpo, mas nunca o encontraram. Há ainda outros casos na Bíblia, tanto no Velho como no Novo Testamento, que podem ser indicativos de abduções, como a descrição do rei Davi, quando este se via vítima da perseguição do rei Saul. Podemos ler em Salmos (capítulo18, versículo 4) e no Segundo Livro de Samuel (capítulo 22) que Davi suplicou a Deus que o salvasse de Saul. Escreveu ele: “Enviou desde o alto e me tomou, tirou-me das muitas águas. Livrou-me do inimigo forte e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu. Surpreenderam-me no dia da minha calamidade. Mas o Senhor foi o meu amparo. Trouxe-me para um lugar espaçoso. Livrou-me porque tinha prazer em mim”.

A abdução do profeta Ezequiel também é rica em detalhes. Em seu livro (capítulo 1, versículos de 1 a 18) lê-se a descrição do que ele chamou de querubim. Mais adiante (capítulo 3, versículos de 12 a 15) ele diz que foi transportado de Tel-Abide para Jerusalém, quase 1.100 km distante, em segundos. “Levantou-me o Espírito e ouvi por detrás de mim uma voz de grande estrondo, que dizia: ‘Bendita seja a glória do Senhor, desde o seu lugar’. E ouvi o ruído das asas dos seres viventes, que tocavam umas nas outras, e o ruído das rodas defronte deles, e o sonido de um grande estrondo. Então o espírito me levantou, e me levou. Eu me fui amargurado, na indignação do meu Espírito. Porém, a mão do Senhor era forte sobre mim. E fui a Tel-Abide, aos do cativeiro que moravam junto ao Rio Quebar, e eu morava onde eles moravam. Fiquei ali sete dias, pasmado no meio deles [Ezequiel 3:12-15]”.

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Levado aos céus

Mais adiante, o profeta diz que, “então, os querubins elevaram as suas asas e as rodas os acompanhavam. A glória do Deus de Israel estava em cima sobre eles. E a glória do Senhor se alçou desde o meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente dela. Depois o Espírito me levantou e me levou à Caldeia, para os do cativeiro, em visão, pelo Espírito de Deus. E subiu de sobre mim a visão que eu tinha tido. Falei aos do cativeiro todas as coisas que o Senhor me havia mostrado [Ezequiel 11:22-25]”. Neste texto, a “glória de Deus” parece ser uma nave alienígena e Ezequiel a descreve no capítulo 1 de seu livro.
No Novo Testamento temos a possível descrição da abdução de Filipe, diácono da Igreja Primitiva. Em Atos (capítulo 8, versículos 39 e 40), estava Filipe em Gaza quando foi intuído a ir ter com o mordomo-mor da rainha etíope, que lia o livro de Isaías. O eunuco pede a Filipe que o batize na água da qual estavam próximos. “E disse Filipe: ‘É lícito, se crês de todo o coração’. E respondendo, ele disse: ‘Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus’. E mandou parar o carro e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, que o batizou. E quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco. Jubiloso, continuou o seu caminho. E Filipe se achou em Azoto e, indo passando, anunciava o evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesareia [Atos 8:37-40]”. Azoto dista 29 km de Gaza.

Fonte: Revista UFO

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