Desencarne Coletivo

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Irmãos, no dia 29/11/2016, o Brasil e o mundo chocaram-se com a notícia onde diversos jogares de futebol, jornalistas e outros profissionais da comunicação e do esporte, desencarnaram em um acidente aéreo. Uma situação desta, obviamente, gera uma comoção popular. Assim, sentimo-nos obrigado a escrever sobre assunto.

Em o Livro dos Espíritos, capítulo VI, Lei de Destruição, os Espíritos informam à Kardec que, na maioria das vezes o que entendemos como flagelos são, em verdade, uma forma mais rápida para a evolução do homem.
Nós, enquanto seres encarnados e, por isso, limitados em nossa visão, não compreendemos o nosso histórico como espíritos imortais que somos e, muito menos, conseguimos enxergar a nossa dianteira.
Deus, em seu infinito amor e sabedoria, não quer o sofrimento de seus filhos. O que ele planeja é a nossa evolução!
Companheiros, a nossa vida de encarnado é um átimo diante da eternidade! Nossas ligações não são rompidas com a aparente distância causada pela morte!

A morte, diz Léon Denis, em seu livro O Problema do Ser e do Destino, parte primeira, item 10, “é apenas uma mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que não oferece mais à vida as condições necessárias a seu funcionamento e a sua evolução. Além do túmulo, uma outra fase da existência se abre. O espírito, sob sua forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações; Ele encontra, em seu estado mental, os frutos da existência que terminou.”
A Doutrina Espírita, doutrina que consola, pois esclarece, nos ensina que todos que tenham já atingido um grau de maturidade espiritual, planeja, junto ao seu Guia Espiritual, o que irá exercitar em sua volta à Terra.
Diversos seres participam deste planejamento: filhos, pais, companheiros que irão se aproximar pelos laços do amor…
E durante a nossa existência aprendemos; trocamos informações; resgatamos os nossos débitos; ensinamos; evoluímos.
Deus é o Grande Sábio que implementou a Lei de Sociedade! Só aprendemos em grupo, amigos que leem esse artigo. Temos que conviver com as alegrias e as dores dos nossos irmãos. Só assim cresceremos, neste complexo e harmônico universo.
Sendo assim, perguntamo-nos o que pensar sobre as mortes precoces, sobre as acidentais, sobre as catástrofes que destroem, de uma só vez, numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de planejamento, de providência, de harmonia universal?

As existências interrompidas prematuramente chegaram ao termo que lhes era previsto.
Acontece que os seres humanos passíveis de reparação, em alguns casos, reúnem-se num determinado ponto, pela força do destino, para vivenciar, em uma morte trágica, algum aprendizado necessário em suas jornadas. Porém, esse aprendizado não se restringe àqueles que partem em direção ao mundo espiritual. São nessas situações onde muitos se aproximam da ideia de Deus; são nesses casos extremos que o indivíduo abafa seu egoísmo, sua vaidade e rivalidade para pensar no outro, para pensar no coletivo.
Daí, as mortes coletivas, as catástrofes, que lançam ao mundo uma advertência. Os que partem assim concluíram o tempo durante o qual deviam viver e vão preparar-se para outras existências melhores.
Escutem as vozes que indicam a continuidade da vida! Da vida abundante, na criação de Deus!
Seus entes queridos estão vivos!
Seus filhos estão vivos!
Seus amores estão vivos!
Todo ser se transforma, ilumina-se, sobe os degraus que conduzem, de esfera em esfera, de sol a sol, até Deus. Espírito imperecível, lembra-te disto: A morte não existe!
Que Jesus ilumine a todos.

Fonte:CELD

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